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Laticínios Atendidos

Atuação em
17 Estados

Serviços

Assistência a Produtores

Assistência técnica e gerencial para produtores de leite.

Programa Mais Leite Saudável

Planejamento, execução e gerenciamento de projetos do Programa Mais Leite Saudável.

Consultoria em
Qualidade do Leite

Consultoria em melhoria da Qualidade do leite com estratégias destinadas especificamente para a Indústria ou diretamente ao produtor rural, implantando as diretrizes preconizadas nas Instruções Normativas IN76/77.

Originação

Revitalização de bacias leiteiras com planejamento e execução de projetos de aumento da captação de matéria prima para Indústrias de Laticínios.

App Cia do Leite

Implementação de software de gerenciamento e comunicação entre produtor e indústria.

Serviços de FIV

Serviços de Fertilização in Vitro (FIV) com o fornecimento de genética de ponta para produtores rurais.

SEDE

Nossa História

A Cia do Leite teve início em 2014 com o objetivo de dar todo o suporte possível para a cadeia produtiva do leite. Ao longo dos anos, adquirindo experiências tanto na produção primária através da assistência técnica e gerencial para os produtores de leite, quanto em trabalhos realizados em indústrias de laticínios, os profissionais da Cia do Leite se tornaram referência em projetos mais completos e abrangentes do que aqueles com foco só na atividade leiteira ou apenas no setor de beneficiamento do leite. Este diferencial de adquirir know-how das operações de ambos os elos da cadeia e suas respectivas demandas, fez com que a Cia do Leite se destacasse nas soluções propostas em prol da cadeia em que tanto produtor quanto indústria eram beneficiados e enxergavam o valor das mudanças sem o sentimento enraizado no setor de que os dois lados trabalham em sentidos opostos.

O primeiro grande salto da empresa veio através do Programa Mais Leite Saudável, no qual a partir da regulamentação da Lei 13.137/15 as indústrias de laticínios aproveitam créditos presumidos de PIS e COFINS, originados da compra do leite in natura. Neste programa, a Cia do Leite despontou com o fornecimento de assistência técnica a produtores nas áreas de gestão, melhoramento genético, sanidade e boas práticas agropecuárias, se tornando a maior empresa de assistência técnica do seu segmento no Brasil. O segundo ponto de inflexão veio com projetos de melhoria da Qualidade do Leite, impulsionado pelas Instruções normativas IN76 eIN77, que regem as regras de qualidade do leite no nosso país.

Hoje, no caminho da terceira aceleração, depois da aquisição de empresas do mesmo segmento, do setor de tecnologia e de certificações, a Cia do Leite está expandindo seu portfólio de soluções para o mesmo público alvo.

Sempre pensando em avanços e mirando na competitividade do setor frente aos demais do agronegócio, esta empresa mineira agora objetiva ser a protagonista na criação e implantação de sistemas de integração e suas variações na América Latina, unindo produtor e indústria, e contribuindo para que a cadeia produtiva do leite brasileira seja, não só o segundo setor que mais emprega pessoas no país, mas que ganhe destaque econômico, social e ambiental em âmbito global. 

Missão

Integrar indústria e produtores de leite para produzir com qualidade, competitividade e sustentabilidade, transformando vidas e realizando sonhos.

Visão

Ser reconhecida internacionalmente pela metodologia de integração da cadeia produtiva do leite até 2026.

Valores

Ética

Qualidade

Simplicidade

Sustentabilidade

Transformação

Clientes

Alguns de nossos clientes

Revista Força Leiteira

A Revista Força Leiteira é uma publicação mensal impressa e online da Cia do Leite! Seu conteúdo é destinado à capacitação dos produtores de leite através de matérias informativas e educativas, além de curiosidades e entretenimento. Nosso intuito é contribuir para que o produtor chegue no resultado mais importante: a qualidade do leite!

Desde sua primeira edição, lançada em fevereiro de 2016, a Força Leiteira traz a cada edição, matérias e assuntos atualizados que ajudam a contribuir para o bom desempenho da atividade leiteira.

Mamíferos Podcast

Podcast voltado a assuntos do agronegócio, em especial a pecuária de leite e grãos.

Laboratório

Iniciamos nossos trabalhos em 2017, na cidade de Lavras – Minas Gerais com o objetivo de auxiliar produtores, técnicos e indústrias na melhoria da qualidade do leite e sanidade dos animais. Auxiliando assim na rentabilidade das fazendas.  

Somos um laboratório referência em análises microbiológicas, com compromisso e agilidade na entrega de resultados seguros, seguindo rigorosos padrões de identificação dos patógenos.  

Contamos com a tecnologia especializada para realização do diagnóstico das principais doenças infecto contagiosas que causam principalmente problemas reprodutivos e perdas de produção. 

O nosso laboratório oferece diversos serviços que visam auxiliar o produtor a manter seu rebanho saudável e produtivo.

O Laboratório Cia do Leite valoriza a qualidade e a eficiência a serviço da saúde animal.

Padrão ouro na identificação dos agentes causadores de mastite, sendo também utilizada como monitoramento epidemiológico da mastite no rebanho. A cultura pode ser realizada em casos de mastite clínica e subclínica, em vacas recém paridas, vacas para secagem, avaliação da taxa de cura e introdução de novos animais na propriedade. Inúmeras são as vantagens de sua utilização, como redução no uso de antibióticos e gastos com medicamentos, redução no descarte do leite, bem-estar animal, assertividade nos tratamentos e controle da CCS tanque da fazenda.

Cultura na Fazenda: é uma ferramenta que permite a rápida identificação dos agentes causadores de mastite na própria fazenda. Sendo a placa de fácil interpretação e utilização, trazendo praticidade na identificação dos agentes predominantes da propriedade. A leitura é feita entre 24h e 48h, o que permite agir de forma rápida e eficiente no controle da mastite. A Cultura na Fazenda pode ser realizada em casos de mastite clínica e subclínica, em vacas recém paridas, vacas para secagem, avaliação da taxa de cura e introdução de novos animais na propriedade. Inúmeras são as vantagens de sua utilização, como redução no uso de antibióticos e gastos com medicamentos, redução no descarte do leite, bem-estar animal, assertividade nos tratamentos e controle da CCS tanque da fazenda.

Auxilia na escolha do antimicrobiano por sua sensibilidade a determinada bactéria, aspecto importante para o sucesso do tratamento da mastite, evitando o uso indiscriminado de antibióticos e propiciando uma cura mais rápida devido sua assertividade.

Permite determinar o perfil microbiológico da fazenda, identificando os agentes causadores de mastite e definindo qual perfil de agentes predomina na fazenda, se os ambientais ou contagiosos.

A qualidade da água utilizada na atividade leiteira, tem como um dos principais indicadores o microbiológico, sendo importante também pH e turbidez que interferem na ação de produtos de limpeza dos equipamentos de ordenha. A utilização de água de má qualidade microbiológica pode contaminar equipamentos de ordenha e de resfriamento, e comprometer a qualidade do leite.

Uma combinação de sais e energia, desenvolvido para auxiliar os produtores no tratamento dos casos de desidratação em bezerros, causados por diarreia, pneumonia e tristeza parasitária.

Enfermidade cuja ocorrência vem crescendo de maneira alarmante em todo o país e acomete rebanhos de leite e de corte. A doença é responsável por inúmeros prejuízos financeiros, relacionados principalmente com a morte dos animais, anemias, alterações neurológicas, abortos e queda na produção leiteira.

É um dos vírus patogênicos mais importantes para os bovinos, causando perdas consideráveis para as indústrias leiteiras e de carne. Os sintomas típicos da infecção por BVD são diarreia e febre seguidas por redução da produção de leite. O efeito imunossupressivo do BVD pode potencializar a infecção por outros microrganismos. O vírus atravessa a placenta de vacas prenhes infectadas causando perdas reprodutivas como abortos, bezerros natimortos ou bezerros com mortalidade precoce. Alguns bezerros que sobrevivem são imunotolerantes PI e excretam grandes quantidades de vírus durante toda a sua vida. É importante identificar estes animais portadores para quebrar o ciclo da infecção nos rebanhos. Os animais portadores frequentemente morrem de “doença das mucosas” nos primeiros dois anos de vida.

É uma doença linfoproliferativa infecciosa, causada por um vírus. Esta doença ataca principalmente rebanhos leiteiros e dissemina-se sobretudo por transmissão horizontal através da exposição a sangue ou a secreções contendo linfócitos infectados. Não há tratamento ou vacina disponível e, por esta razão, os programas de erradicação baseiam-se na identificação e na eliminação de animais infectados. Essa enfermidade leva a prejuízos dentro da propriedade devido a queda na produção leiteira e descarte de animais.

É causada pelo protozoário Neospora caninum. A transmissão ocorre através da ingestão de oocistos liberados nas fezes de cães ou de forma congênita. O principal efeito negativo da Neosporose bovina é o aborto, morte embrionária e reabsorção, redução na produção de leite, nascimento de bezerros com anormalidades congênitas, descarte prematuro de matrizes, reposição de animais. Dessa maneira, a o diagnóstico auxilia em medidas de manejo e controle para reduzir a infecção dentro do rebanho.

É uma doença infecciosa altamente contagiosa, causada pelo Herpesvírus Bovino. Além de causar doença respiratória, este vírus pode causar conjuntivite, vulvovaginite, abortos, repetição de cio, encefalite e infecções sistêmicas generalizadas. O animal infectado permanece portador por toda a vida e elimina o vírus em momentos de estresse, sendo transmitida via nasal ou pela cópula.

É uma enterite crônica em ruminantes cujos sinais clínicos principais são forte diarreia e perda de peso. A infecção é causada pelo bacilo Mycobacterium avium spp paratuberculosis. Normalmente os animais são infectados durante o primeiro ano de vida ao ingerir alimentos contaminados com fezes de animais já infectados. Devido ao fato do período de incubação ser de meses a anos, a doença só se manifesta clinicamente quando o animal já tornou-se um adulto jovem. Não há tratamento eficaz e o animal infectado acaba por morrer da doença. Sendo uma infecção bacteriana crônica e contagiosa que pode lavar ao óbito, a transmissão se dá através das fezes, colostro e pelo leite.

É uma doença causada pela bactéria Leptospira spp, que apresenta alto potencial zoonótico. Os roedores são importantes veiculadores da doença em áreas livres. A disseminação no rebanho pode ser feita através da urina e placenta de animais contaminados e ainda, através da monta ou da inseminação artificial. A bactéria localiza-se nos rins causando, muitas vezes, urina sanguinolenta (hemoglobinúria), levando ainda à hemólise (destruição das células vermelhas do sangue), resultando em anemia. Os sinais típicos são febre, depressão, hemoglobinúria, drástica redução da produção de leite, aborto, repetição de cios e nascimentos de bezerros fracos.

é uma zoonose, causada pela bactéria Brucella abortus que atinge o sistema reprodutor, apresentando como sintomas principais o aborto no terço final da gestação e acometimento dos testículos de machos adultos, causando inflamação seguida por perda de função, com consequentes perdas reprodutivas em todo o rebanho. Quanto aos bezerros, aqueles que não são abortados ou não adquirem a doença via intrauterina, podem se infectar ao ingerir leite de vacas positivas e serem fonte de infecção para o rebanho. Além de afetar os índices reprodutivos, há quedas na produção de leite e ganho de peso do rebanho. Animais positivos devem ser descartados do rebanho, portanto, o diagnóstico é de suma importância para controle e evitar perdas econômicas.

O Mycoplasma é uma bactéria que possui alta resistência aos antibióticos e é altamente contagioso. O contágio pode ocorrer pelas mãos dos ordenhadores, pelo equipamento de ordenha e por aerossóis. Considera-se que uma vez infectada com o Mycoplasma, a vaca por continuar eliminando o agente por toda a vida. Nos estágios iniciais da mastite por mycoplasma, antes mesmo do aparecimento de sinais clínicos ou de alterações no leite, a vaca infectada pode estar eliminando o agente pelo leite. Um dos primeiros sintomas destes casos de mastite é uma queda abrupta da produção de leite de um dos quartos, em algumas situações para próximo de zero. O leite pode sofrer alteração de cor, tornando-se amarelado e aquoso, podendo apresentar grumos.

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